Programa “DAR A VOLTA”

A ENTRAJUDA decidiu lançar o Programa “DAR A VOLTA”, envolvendo a sua primeira Edição as cidades de Lisboa, Faro, Viseu, Portalegre e Porto.
A primeira sessão terá lugar nos próximos dias 28 e 29 de Abril em Lisboa.
O Programa “DAR A VOLTA” é uma iniciativa da ENTRAJUDA que em cooperação com vários Parceiros pretendem levar às Instituições de Solidariedade Social temas, ferramentas de gestão e ideias simples e fáceis que melhorem o desempenho da sua missão.
O Programa tem a duração de dois dias, com o seguinte formato: no primeiro dia (inteiro) Jornada “Dar a Volta” e no segundo dia (manhã) Workshop de Microcrédito “Ajude a Criar Oportunidades”.
Divulgámos hoje o programa da sessão de Lisboa.
Estamos em crer que o Programa DAR A VOLTA terá um boa receptividade e esperamos com esta iniciativa contribuir positivamente para a vidas das Instituições de Solidariedade Social e das pessoas que apoiam.

Anexo Jornadas_DAR_A_VOLTA pdf

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Portugal arrisca ficar sem dinheiro em Junho

in DN 13.04.2011
Para pagar parte do reembolso da dívida que vence a 15 de Junho (4,9 mil milhões de euros), Portugal necessita que a ajuda financeira fique aprovada a 16 de Maio, na reunião do Eurogrupo, e logo a seguir seja activada. Neste cenário, José Sócrates antecipou para ontem a reunião semanal com o PR.
Os representantes do FMI não se identificaram aos jornalistas que, desde o princípio da tarde de ontem, se concentravam à porta do Ministério das Finanças. Apenas um elemento do BCE não declinou a identidade e esclareceu que esta fase é a de “discussões muito técnicas” sobre “uma base alargada de temas”. Os peritos irão permanecer em Lisboa duas semanas.

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Resolução da Assembleia da República n.º 75/2011

A Resolução da Assembleia da República n.º 75/2011 recomenda ao Governo a regulamentação do Decreto-Lei n.º 101/2006 , de 6 de Junho, respeitante à Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados

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Resolução da Assembleia da República n.º 76/2011

A Resolução da Assembleia da República n.º 76/2011 recomenda ao Governo que promova acções de sensibilização no sentido de evitar a discriminação dos doentes portadores de esclerose múltipla.

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Portaria n.º 131/2011

A Portaria n.º 131/2011 a cria um balcão único electrónico, designado «Balcão do empreendedor».

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Portugal só pode contar com ajuda de outro país

Luís Rego em Bruxelas e Margarida Peixoto, 06.04.11 in Diário Económico
Sem um Governo em funções, ou sem um mandato parlamentar para negociar um programa concreto de reformas com organismos internacionais, Portugal fica dependente, no curto prazo, de empréstimos concedidos bilateralmente por outros países, a troco um compromisso ‘ad-hoc’ firmado pelos principais actores políticos nacionais.

O Governo português, soube o Diário Económico, tem estabelecido contactos com as autoridades europeias, a nível técnico, nos últimos dias com vista a procurar soluções no quadro europeu que permitam ao país enfrentar a etapa de refinanciamento de Junho, num contexto em que o mercado está a fechar portas à banca. Mas, de acordo com várias fontes de organismos europeus contactadas ontem pelo Diário Económico, sem a capacidade do Executivo aplicar novas medidas, que sirvam de condicionalidade, a procura de empréstimos bilaterais é a única solução imediata que permite dar cobro às necessidades da economia até à tomada de posse do novo Governo no final de Junho. Todas as outras soluções exigem um programa de austeridade de médio prazo que o país não parece hoje em condições políticas de garantir. Esse é o caso para uma ajuda só do Fundo Monetário Internacional (FMI) ou para uma ajuda do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF), que também mobiliza o FMI.

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Portaria n.º 143/2011

A Portaria n.º 143/2011 procede à fixação dos valores e condições para a alienação dos fogos de habitação social da propriedade do Instituto de Gestão Financeira da Segurança Social, I. P. (IGFSS), e do extinto Instituto de Gestão e Alienação do Património Habitacional do Estado (IGAPHE), a que sucedeu o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana, I. P. (IHRU).

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“É necessário converter dinheiro estúpido em dinheiro inteligente”

Almerinda Romeira, 31 de Março in Oje

Toda a estrutura de apoios em Portugal está orientada para o subsídio ou para o empréstimo contra garantias sólidas, e não para o partilhar do risco e dos ganhos, única forma de fomentar o empreendedorismo, diz o presidente da Inovamais, representante de Portugal na Câmara de Comércio do Grupo de Política Empresarial da Comissão Europeia, Eurico Neves

O empreendedorismo é a via para combater o desemprego?
É claramente uma delas. Para combater o desemprego são precisas mais empresas, e para isso são precisos também mais empreendedores. Temos um défice de cultura empreendedora em Portugal, e na Europa em geral, sobretudo porque lidamos mal com o risco e com o falhanço, contudo em situações de elevado desemprego, como aquela em que nos encontramos actualmente, é mais fácil arriscar. Mas não podemos pensar que em épocas de desemprego o empreendedorismo acontecerá automaticamente, simplesmente porque os desempregados vão começar a criar empresas. Em alguns casos isso até poderá acontecer, contudo é preciso fomentar as condições necessárias que facilitem a criação, e principalmente o desenvolvimento de novas empresas.

A construção de uma cultura empreendedora forte em Portugal depende de quê? Quais são os principais entraves?
Temos dois tipos de entraves principais, um de ordem cultural e outro de ordem estrutural. A nível cultural, é claro que a nossa sociedade e o nosso modelo de ensino não prepara os jovens para serem empreendedores e correrem riscos, mas antes para levarem uma vida estável. Para isso, contribui também o sistema financeiro que se rege pela velha máxima que diz que “para se conseguir um empréstimo bancário, primeiro tem que se provar que não se necessita dele” – consegue-se empréstimos a 50 anos para comprar uma casa, mas mais dificilmente para arrancar com uma empresa, mesmo que de potencial imediato. Aliás, o facto de em Portugal se privilegiar a compra de casa em detrimento do arrendamento, o que leva os jovens a assumirem desde cedo empréstimos bancários de longo prazo, é um dos principais factores condicionantes da capacidade de risco e, portanto, também do empreendedorismo. Finalmente, a nível cultural, não apenas em Portugal mas em toda a Europa, a figura do empresário e empreendedor não é suficientemente valorizada. Faltam nomeadamente modelos de referência – nos Estados Unidos temos o Bill Gates, mas quem é que na Europa sabe quem é Henning Kagermann? E portanto a história de sucesso da SAP não fica muito atrás da Microsoft.

E a nível estrutural?
A nível estrutural, precisamos de financiamentos mais adequados e principalmente de mais apoios de mentoring – como aqueles que estamos a desenvolver na Inovamais, de forma a pôr a experiência de quem já empreendeu e conhece o mercado ao serviço do crescimento das novas empresas, durante os primeiros anos, que são sempre os mais difíceis.

Os apoios estatais, municipais, bancários existentes em Portugal são suficientes para apoiar as PME?
Não. Toda a nossa estrutura de apoios está orientada para o subsídio ou para o empréstimo contra garantias sólidas, e não para o partilhar do risco (e dos ganhos) que é o modelo que efectivamente fomenta o empreendedorismo. Prova disso é o facto de Portugal ter sido o país que mais beneficiou dos apoios dos fundos comunitários desde 2000 e, apesar disso, ter crescido menos e criado menos riqueza do que os seus congéneres Europeus. Temos um sistema baseado no “dinheiro estúpido”, que é aquele que está agarrado a um projecto específico, normalmente a longo prazo, e que tem que ser cumprido, mesmo que tudo no resto do mundo mude – e do qual se espera que, na melhor das hipóteses, seja devolvido com juros, mas nunca que se multiplique, o que desresponsabiliza quem o dá. E falta-nos o chamado “dinheiro inteligente”, que é aquele que vem com conhecimento, com partilha de risco e que, para além de financiar projectos, ajuda a encontrar mercados e aplicações para os seus resultados, de forma a multiplicar-se e gerar riqueza, não só para quem o recebe mas também para quem o dá – o que cria responsabilidade partilhada, multiplica a riqueza e portanto acelera o crescimento.

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Permanência dos desempregados no IEFP sobe para 14,4 meses

Cristina Oliveira da Silva, 31 de Março in Económico
Em 2010, o tempo médio de permanência dos desempregados nos centros de emprego aumentou para 14,4 meses. Isto quer dizer que a crise continua a ter consequências cada vez mais dramáticas no mercado de trabalho prolongando o período de desemprego de quem perde o seu posto de trabalho. E nem as novas regras do subsídio de desemprego, em vigor desde Julho, conseguiram conter a subida do prazo de permanência.

Em 2009, a média era mais baixa – 13 meses – e apontava já para uma melhoria face a 2008 (13,4 meses). Em 2010, o prazo volta a agravar-se e até supera a média de permanência registada no primeiro semestre do ano (13,7 meses), ainda antes da entrada em vigor das novas regras do subsídio.

O relatório do Instituto afirma que o tempo médio de inscrição nos centros de emprego em 2010 “contraria um pouco a tendência verificada nos últimos anos em resultado da diminuição do desemprego de longa duração ocorrida nesses anos”. Ao Diário Económico, o presidente do IEFP justifica ainda a subida dos números “pela situação económica recessiva, mas também pelas alterações e reestruturações da economia”. “São libertados empregados com baixas qualificações e mais idade, aumentando as dificuldades de inserção e o retorno ao mercado de trabalho”, diz o dirigente acrescentando que “os novos desempregados inscritos até tem vindo a diminuir de forma homóloga, praticamente desde Novembro de 2008″.

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Apresentação das contas de 2010 da UDIPSS LX

Contas 2010

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